quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

2ª Grande Guerra

Amigos.

Mais uma notícia espetacular do Grupo Barro Branco.

Vídeo sobre a rendição japonesa na 2ª GGM.

Link para acesso: http://enka2.netorage.com:9711/harddisk/user/lyk36/mumess/376-macarthurjap.htm

IES e seus grupos de interesses


AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (IES) E SEUS STAKEHOLDERS

Continuando as reflexões sobre a obra de Luís Eduardo Machado (Gestão Estratégica para Instituições de Ensino Superior Privadas), discorreremos sobre o fenômeno do “vendedor de cursos”. Parece um pouco desagradável a utilização deste termo, mas, como qualquer empresa, a universidade (além de se preocupar com a formação do futuro profissional) precisa ter lucros e isto somente ocorrerá com a frequência de candidatos em seus vestibulares e com a consequente matrícula. É preciso “vender” a futura formação profissional por meio da apresentação de uma grade curricular que venha ao encontro do esperado pelo candidato. Não resta, portanto, outra forma para tratar do assunto. Os campi devem “vender” os cursos (no bom sentido). Para que este processo de “comercialização” dos cursos ocorra, a universidade deve estar alinhada com as necessidades do mercado e se preparar para uma boa formação, contratando professores capazes de formatar o curso, ministrar aulas e, principalmente, transferir conhecimento. É preciso também que exista um profissional capacitado para levantar as necessidades da comunidade onde a universidade esta instalada, de forma coletar informações que possam subsidiar a formatação de cursos, bem como capaz de divulgá-los aos potenciais interessados. A IES deve se preparar para a eventual demanda.

Para que esta “venda” ocorra, recorremos a um princípio de Cesar: “Não basta ser, tem que parecer ser”. Assim, a universidade precisa de uma campanha publicitária que mostre estas peculiaridades ao seu principal stakeholder: o futuro aluno.

Como exemplo desta atividade de “venda”, pode ser citado à criação de cursos na área de saúde num campus que se situe numa área de concentração de hospitais. Evidente que a formação em enfermagem (técnico ou não), nutrição e outras devem ser privilegiadas. Universidades localizadas na zona do pré-sal devem preparar profissionais para esta área de atuação. O município de Ilha Solteira, outro exemplo, tem o curso de engenharia elétrica como seu “carro chefe” em função da instalação da UHE. Evidente que os cursos tradicionais encontram espaços, mas sempre deve ser observada a relação econômica do entorno da universidade (se o poder aquisitivo for alto, cursos mais elitizados devem ser ofertados). Isto justificaria, por exemplo, o curso de direito oferecido no município de Araçatuba, onde duas principais universidades formam juntas, anualmente, mais de 200 profissionais (eles não terão campo para atuar na cidade, em função da lei da oferta e procura - muitos profissionais para poucas lides).

A universidade precisa entender que para sobreviver no mercado educacional, extremamente competitivo (financeiramente falando), não basta ter um bom marketing. É preciso mais! É preciso oferecer um diferencial, como, por exemplo, atuação na área de responsabilidade social, haja vista a agregação de valor a imagem da universidade (como faz a Uniban Brasil). A universidade também precisa ter foco nos colégios de ensino médio, vez que os formandos são um grupo de stakeholder muito importante e devem ter a devida atenção, ou seja, programas de divulgação dos cursos de graduação devem ser desenvolvidos para este público.

Numa experiência familiar, busquei matricular minha filha numa escola tradicional da zona norte de São Paulo. O coordenador pedagógico que nos atendeu, após mostrar as virtudes da escola, terminou a entrevista dizendo: “estude aqui! Ao final do 3º ano você poderá escolher a universidade e deixando para os outros, as particulares como a U...”. Não obstante a falta de ética, este “vendedor de cursos” vendeu a promessa de ingresso na USP, Unicamp, Mackenzie etc. Fez o seu trabalho (embora eu tenha matriculado minha filha em outro colégio).

A universidade entender que existe para o aluno. É para ele que se formatam os cursos. É para ele que os esforços devem ser canalizados.

Viva as “horas da verdade”! Vamos a luta! Vamos buscar nosso oceano azul.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bolsonaro

Direto do Grupo Barro Branco

Comissão da inverdade

JAIR BOLSONARO



É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo o papel de militares


Os militares só conseguem manter a hierarquia e a disciplina porque a verdade está para eles como a fé está para os cristãos.

A mentira e a traição fazem parte da vida política brasileira, em que os vitoriosos se intitulam espertos, pois, afinal, dessa forma estarão sempre no poder.

A esquerda no Brasil chegou ao poder pelo voto, graças aos militares que impediram em 1964 a implantação de uma ditadura do proletariado. Os perdedores, nos anos subsequentes, financiados pelo ditador Fidel Castro, partiram para a luta armada, aterrorizando a todos com suas ações, que ainda fazem inveja ao crime dito organizado dos dias atuais.
 
Foram 20 anos de ordem e de progresso. Os guerrilheiros do Araguaia foram vencidos, evitando-se que hoje, a exemplo da Colômbia, tivéssemos organizações como as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) atuando no coração do Brasil.

O nosso povo vivenciou sequestros de autoridades estrangeiras e de avião, dezenas de justiçamentos, tortura, execuções como a do adido inglês e a do tenente da Força Pública de São Paulo no Vale do Ribeira, bombas no aeroporto de Recife e carro-bomba no QG do 1º Exército, respectivamente com mortes de um almirante e de um recruta, latrocínios, roubos etc.

O regime, dito de força, negociou e foi além das expectativas dos derrotados ao propor anistia até mesmo para crimes de terrorismo praticados pela esquerda. Agora, no poder, eles querem escrever a história sob sua ótica, de olhos vendados para a verdade.

Projeto do Executivo, ora em tramitação na Câmara, cria a dita Comissão da Verdade, composta por sete membros, todos a serem indicados pela presidente da República, logo ela, uma das atrizes principais dos grupos armados daquele período, que inclusive foi saudada pelo então demissionário ministro José Dirceu como "companheira em armas".

Ninguém pode acreditar na imparcialidade dessa comissão, que não admite a participação de integrantes dos Clubes Naval, Militar e da Aeronáutica. Essa é a democracia dos "companheiros".

Ainda pelo projeto, apurar-se-iam apenas crimes de tortura, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres, não tratando de sequestros, atentados a bomba, latrocínios, recebimento de moeda estrangeira de Cuba, sequestro de avião e justiçamentos.

É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo completamente o papel dos militares, que, em 1964, por exigência da imprensa, da Igreja Católica, de empresários, de agricultores e de mulheres nas ruas intervieram para que nosso país não se transformasse, à época, em mais um satélite da União Soviética.

Os militares sempre estiveram prontos para quaisquer chamamentos da nação, quando ameaçada, e, se a verdade real é o que eles querem, as Forças Armadas não se furtarão, mais uma vez, a apoiar a democracia.

Se hoje nos acusam de graves violações de direitos humanos no passado, por que não começarmos a apurar os fatos que levaram ao sequestro, à tortura e à execução do então prefeito Celso Daniel em Santo André? 

Ou será que, pela causa, tudo continua sendo válido, até mesmo não extraditar o assassino italiano Cesare Battisti por temer o que ele possa revelar sobre seu passado com terroristas brasileiros hoje no poder?

JAIR BOLSONARO capitão da reserva do Exército, é deputado federal pelo PP do Rio de Janeiro.

Homofobia


HOMOFOBIA – SAIR OU NÃO DO ARMÁRIO!

O assunto HOMOFOBIA tem sido nos últimos meses alvo de inúmeras matérias da mídia. Vários casos de crimes “homofóbicos” ocorreram no país, fato este que despertou interesse pela matéria. Tal interesse foi maximizado após as imagens dos crimes ocorridos na Av. Paulista, em São Paulo.

Muito trabalho tem sido feito, inclusive com a participação de grupos minoritários em ações do Estado. Em São Paulo, Dimitri Sales tem feito um belo trabalho na frente da Coordenação de Políticas para Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça. No entanto, parece que há muito a fazer no sentido de minimizar ações discriminatórias, em face do noticiado pela imprensa.

Nesta semana o site Terra publicou uma notícia do Grupo Gay da Bahia (GGB) informando o aumento dos delitos de homicídio envolvendo homossexuais. De acordo com o grupo, em 2010 registrou-se mais de 250 ocorrências desta natureza, ou seja, a média diária de morte passou para uma vítima a cada um dia e meio e isto sem considerar a questão da subnotificação criminal nesta modalidade. É muito. Intolerável!

O presidente da Ong, Luiz Mott, explica que o bullying ainda tem como alvo os homossexuais e critica o governo Lula (pela primeira vez vejo alguém criticar a política de direitos humanos deste governo!) afirmando “que a situação piorou nos oito anos do Governo Lula, pois poucas ações concretas saíram dos vários planos propostos”. Acrescenta ainda que as contaminações por HIV aumentaram, não obstante as políticas públicas propostas. Fez pouco, mas falou-se muito (isto é recorrente).

Dentre as 72 ações positivas nesta questão, destaca-se, sob minha ótica:

1) A regulamentação da parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo e a regulamentação da lei de redesignação de sexo e mudança de registro civil para transexuais (a justiça brasileira tem permitido alguns casos de adoção para casais homossexuais, bem como a mudança de nome);

2) O aperfeiçoamento da legislação penal no que se refere à discriminação e à violência motivadas por orientação sexual;

3) Exclusão do termo 'pederastia' do Código Penal Militar;

4) Inclusão, nos censos demográficos e pesquisas oficiais, de dados relativos à orientação sexual.

Mott ainda afirma que as bancadas evangélicas e católicas do Congresso Nacional são muito homofóbicas e impedem que nova legislação seja aprovada e remetida para sanção presidencial. Acredito que quebrar paradigmas é extremamente mais fácil do que dobrar as “igrejas” em seus dogmas. Disso Mott não pode reclamar, pois faz parte da vida numa sociedade democrática (lobby sempre existiu e sempre existirá).

Felizmente não houve ataques as forças de segurança. Saímos ilesos! Talvez porque já estamos numa posição de respeito aos direitos humanos. Em 2007 algumas polícias participaram de um seminário na cidade do Rio de Janeiro (300 participantes, sendo 100 ativistas, 30 representantes dos governos federal, estadual e municipal, 45 representantes de centros de referência de combate à homofobia, 82 representantes das Polícias Militar e Civil e 25 representantes de universidades) que tratou desta questão dos homossexuais. Após este evento, várias polícias passaram a tratar deste assunto nos cursos de formação e aperfeiçoamento, sempre na busca de explicitar o direito humano de opção sexual. Na época do seminário, Ricardo Balestreri, manifestou-se dizendo que a união de todos “certamente, vai contribuir muito para a mudança da cultura policial brasileira no sentido do reconhecimento de que os operadores de segurança pública precisam cuidar e proteger de igual maneira todos os cidadãos brasileiros independentemente da sua orientação sexual. É, portanto, um evento que será um marco do processo civilizatório brasileiro”. Não há dados disponíveis sobre envolvimento de policiais militares como autores de delitos homofóbicos.

Nesta sociedade, pelo menos a que idealizamos, não pode haver espaço para condutas que possam ferir direitos individuais. A escolha de gênero é um direito humano e precisa ser respeitado por todos. Não pode haver intolerância e os órgãos de segurança devem estar atentos.

Há muito a fazer ainda!

Policiamento Ambiental publica sua revista


REVISTA SEGURANÇA AMBIENTAL

Publicou-se, neste mês, a revista Segurança Ambiental, ano IV, nº 4. Trata-se de um veículo de comunicação doutrinária do Comando de Policiamento Ambiental do Estado de São Paulo, da Polícia Militar e este volume apresenta matérias escritas por mestres e doutores da Instituição.

Luís Eduardo Biagioni abre a revista com um artigo derivado de sua dissertação de mestrado, que cuida da utilização de veículos aéreos não-tripulados pela PMESP. Trata-se do projeto VANT que poderá revolucionar a cobertura do policiamento ambiental no Estado.

Ainda tratando de tecnologia, Cláudio Cesar de Oliveira escreve um artigo sobre georreferenciamento. O autor trata a questão como uma ferramenta de gestão ambiental em microbacias hidrográficas.

Um artigo sobre peixes de lagoas marginais na bacia do Turvo-Grande foi escrito pelos biólogo Renato Braz de Araujo (do IBILCE-UNESP), Prof. Francisco Langeani e Tenente de Polícia Militar Luiz Antonio Vaserino.

A competência da Polícia Militar Ambiental para fiscalizar rios da União foi o tema do trabalho apresentado por Douglas Vieira Machado. Traz a tona a questão da linha de talvegue e outros aspectos.

Este blogueiro também participou. Fruto de sua tese de doutorado, escrevi sobre a responsabilidade sócio ambiental como elemento formador da imagem valorativa da Instituição policial-militar. Assunto que há muito esta na mídia, discorro sobre algumas atividades da Polícia Militar e trago a real conceituação da terminologia.

Meu amigo Wellington Carlos da Cunha apresenta um artigo sobre a importante atividade de educação ambiental. Fruto também de sua tese de doutorado, o autor trata a questão de forma estratégica e este trabalho serviu como base para a sistematização desta atividade na Polícia Militar (fui o orientador da tese, para minha felicidade).

Marcos de Castro Simanovic publica seu trabalho a respeito dos empreendimentos públicos e privados e seus impactos na região do litoral norte de São Paulo.

Cumpre agora elogiar o trabalho de meu amigo Gilmar Ogawa, nosso coordenador editorial, que possibilitou esta edição. Tenho certeza de que dedicou valioso tempo de sua família em mais este projeto.

A Revista Segurança Ambiental tem registro ISSN nº 2178-2652 e não é vendida. Procure seu exemplar com os oficiais do policiamento ambiental.